segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

V de...

Tudo começa naquele início de entardecer
O sol começa ir embora
A claridade começa a cessar aos poucos
E aquele domingo maravilhoso, belo,
Vai se desfazendo a cada minuto
A cada tic-tac do relógio.

Esperar pela sua presença
Ou aquele cumprimento sorridente
Sem palavras, mas com aquele sorriso:
Ah, que sorriso, onde as bochechas coram
E as mesmas criam furinhos de ambos os lados
Fazendo aquele rosto brilhar.

Atualmente a sua falta
A sua inexistência naquele lugar
Onde te vi pela primeira vez
Lugar onde desejo encontrar-te sempre:
A cada domingo, cada início de entardecer,
Faz-me falta.

Sentir saudade ou sentir falta de você
Torna-se intransigível
Aliás, tento ser conciso nessa história
Evitar levar isso à frente para que ninguém se magoe
Alguém tipo eu: sim, eu!
Pois você sempre saberá manter seu ego.

Ego que por sinal faz meu orgulho se tornar maior
Os dois se evitando nos olhares
Apenas fazendo com que cada passada de olhos
Se torne assustadora e as vezes inquestionável,
Mas ainda tenho dúvidas sobre esses olhares:
São realmente verdadeiros?

E foi quando tirei minhas próprias conclusões
Tudo isso é como um filme
As vezes com final feliz, as vezes não,
Mas será um filme
Filme romântico ou aqueles de segredo:
E o título?

Já sei: "V de..."
Inspirado no "V de vingança"
Mas a reticências significa sua falta
"V de..."
Espero que um dia essa reticência ganhe sua presença
Assim seja!

2 comentários: