domingo, 20 de abril de 2014

Enfim, 18.


Pois bem, o tão esperado dia chegou. O dia que eu completaria meus dezoito anos e poderia ser considerado legalmente maior de idade, onde por si só a própria idade e o peso social dizem que ser responsável não é apenas um 'tabu', mas sim uma norma a ser tomada como conduta daqui para frente. Entretanto, digamos que sempre adotei essa conduta. Modéstia parte, sempre fui um adolescente dentro dos parâmetros até então estipulados como: normal (isso se para você "normal" significa ficar sempre dentro de casa estudando, não sair para baladas ou festas noturnas, sair pouco, tirar boas notas e muitas outras qualidades que toda mãe busca em um filho).  
Entretanto, esse não é o assunto que venho abordar, mas sim a minha evolução como escritor ao longo desses anos, o grande conhecimento e a vasta possibilidade de abrir a imaginação para poder escrever sobre os mais variados assuntos. Nesses anos que pude dedicar minha vida a escrita, objetivando principalmente todos os textos com gênero mais sentimental e destacando nos contos meus dons para criar histórias e acontecimentos novos, pude notar com precisão que minha dedicação e empenho em escrever só me trouxe ao longo do tempo mais precisão para aplicar à escrita. E assim vou vivendo...
Esse em si não é um texto sentimental, nem um poema, nem muito menos um conto daqueles que gosto de dar asas à imaginação e mostrar meu lado escritor, mas apenas uma autoavaliação do que a escrita conseguiu me proporcionar. Uma autoavaliação rala, mas necessária.

Nenhum comentário:

Postar um comentário